............................................................... gosto de bagunçar as coisas e começar tudo outra vez ........................................................
Já vou avisando: minhas palavras continuam sem encaixe.
E eu, continuo fora de sintonia. Mais que o normal.!

Digamos que eu tenha errado na decisão de arriscar novos desafios e cá estou, mais uma vez, perdida em meu próprio mundo. Pois nestes últimos dias eu me escondi em minha concha novamente, tentando esquecer mais uma decepção [como se eu já não estivesse acostumada com isso e nem soubesse que as pessoas têm mania de me atingir com os golpes mais baixos]. De qualquer forma, tenho que admitir ter plena consciência de que confiar nos homens não trás outra coisa senão um sofrimento desnecessário. Por alguns dias eu tentei fazer com que um sentimento estranho, chamado AMOR, fizesse parte do meu cotidiano. Levando em consideração um sentimento vindo de alguém no qual a convivência se tornou única e insubstituível hà alguns meses, decidi enterrar todos aqueles motivos banais que me faziam duvidar da dedicação provida de um certo SER incapaz de levar adiante um relacionamento tomado de sentimentos sinceros por medo de se frustar mais uma vez. E que culpa tenho eu se, antes de mim, as garotas que entraram em sua vida não eram da melhor espécie.? É como eu sempre digo: TUDO o que é diferente, assusta. E não é a toa. Se tem algo que me irrita mais do que metrô lotado, é saber que as pessoas desperdiçam sua própria felicidade e o calor de um abraço único pra viver uma rotina a-lá século passado. Tá. Joguei algumas coisas fora, me vi obrigada a escolher entre uma pessoa e outra, abri mão da minha antiga decisão de não-mais-me-entregar-a-uma-pessoa-só e mergulhei de cabeça numa paixão que me vinha tirando o sono desde uns meses atrás. E finalmente pude dormir em paz. Cada dia mais eu sentia que meu interior voltava a estar em sintonia com o mundo ao meu redor. A presença do SER estava realmente me fazendo bem. Mas que bem foi esse, com durabilidade tão curta.? É como se aquele amor que, finalmente, consegui desenlatar, tivesse data de fabricação e vencimento, onde pude apenas usufruir de seu sabor enquanto o mesmo ainda estava fresco. E agora, estragado, jogo ao lixo. E que não seja retornável pois, quando se trata de tolerância, meu instinto sustentável passa longe.!

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